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CredForça - Participe! Espalhe essa idéia!

Posted by Rede Notícias | domingo, 20 de abril de 2014 | Posted in , ,


Hoje um sonho, amanhã uma realidade.
As cooperativas são de propriedade das pessoas e têm como objetivos a captação de recursos para financiar as atividades dos associados, a administração de seus recursos e a prestação de serviços próprios de uma instituição financeira.
As decisões são compartilhadas e o que a maioria decide pelo voto é realizado pela sociedade. Um associado é igual a um voto, todos tem os mesmo direitos e obrigações.
A CredForça é a futura cooperativa de crédito dos servidores civis e militares das Forças Armadas. Participe! Espalhe essa idéia!

Discreto e acanhado, Itamaraty dá novo tom à política externa do Brasil

Posted by Rede Notícias | | Posted in , ,

Postura ganhou nitidez, em especial, após chanceler Luiz Alberto Figueiredo assumir, em 2013

O Brasil perdeu a ambição no cenário mundial. Diante da passividade da diplomacia, o país deixou de ter o protagonismo do governo Lula, e sua liderança no hemisfério começa a ser questionada ao relativizar a repressão na Venezuela.
Não há mudança radical nos rumos da política externa, mas, por conta da postura centralizadora da presidente Dilma Rousseff, a discrição tem pautado o Itamaraty, em especial após a troca do chanceler Antonio Patriota por Luiz Alberto Figueiredo, em 2013. Essa postura ganhou nitidez a partir do acirramento das tensões na Ucrânia e Venezuela.
Com Patriota, a ordem era expressar a política nacional em um cenário de crise na Europa e pós-Primavera Árabe. A gestão, contudo, foi marcada pelo esvaziamento da posição brasileira em fóruns internacionais e por sobressaltos regionais, como a crise no Mercosul (com a suspensão do Paraguai e o ingresso da Venezuela) e a fuga de um asilado político da embaixada na Bolívia, o senador Roger Pinto Molina, escoltado clandestinamente para dentro do Brasil.



O único avanço foi o discurso menos contundente a favor do Irã, mas o crédito é da presidente. Patriota e Dilma não falavam a mesma língua. Em vários momentos, ela se irritou com manifestações do ex-chanceler.
Tentando se adaptar ao estilo da chefe, Figueiredo se retraiu. Nos corredores do Itamaraty, a mudança no comando foi comemorada. Patriota estava desgastado, e o atual ministro se mostra mais afável aos problemas internos.
— Figueiredo é mais aberto ao diálogo e às discussões sobre questões internas, até recebe parlamentares — diz um diplomata.
Dilma conheceu e aprovou o estilo de Figueiredo na Convenção do Clima de Copenhague, em 2009, à época em que ela era ministra da Casa Civil e chefiou a delegação. O problema é que o prestígio junto à presidente não se estende ao restante do Itamaraty. A política externa segue em segundo plano para o Planalto, o foco é a economia interna.
O papel subalterno de Figueiredo foi realçado durante a polêmica escala de Dilma em Lisboa, quando vieram à tona gastos com hospedagem da comitiva após viagem a Davos (Suíça). Coube ao chanceler explicar as despesas de pernoite. Para a professora do programa de pós-graduação em Estudos Estratégicos Internacionais da UFRGS, Analúcia Danilevicz Pereira, os principais eixos da política externa estão mantidos, e o que existe é uma mudança de personalidade:
— Sem adjetivar, este governo não se coloca de forma tão enfática nos temas que vão surgindo. O discurso se mantém, mas é apresentado de outra forma.
Assessor mantém atuação paralela
No atual cenário, cresceu o espaço de Marco Aurélio Garcia, assessor da Presidência em assuntos sobre América Latina e governos mais à esquerda. Com Lula, o embaixador Samuel Pinheiro, então o número 2 do Itamaraty, também exercia o papel de ideólogo em defesa dos países bolivarianos.
Agora, as opiniões de Garcia ganham força, e sua equipe aumentou. Ele desembarcou na Venezuela antes mesmo de Figueiredo e dos chanceleres da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), para mediar negociações frente à onda de violência.
Sua função foi tentar construir canais com setores da sociedade, como Igreja e empresários. O êxito da iniciativa para a estabilidade venezuelana ainda é duvidoso, apesar de a Unasul ter convencido o presidente Nicolás Maduro a aceitar conversar com parte da oposição.
Em recente visita ao Brasil, a deputada cassada María Corina Machado, opositora ao chavismo, criticou a Unasul, que estaria alinhada com Maduro. Figueiredo se mostra satisfeito com os desdobramentos e considera que há "avanços importantes e boa vontade do governo", embora uma anistia aos presos políticos tenha sido descartada.
Professor de Relações Internacionais da UnB, Alcides Costa Vaz entende a opção do Brasil pela Unasul como fórum, mesmo ressaltando o fato de a Venezuela ter um regime com traços autoritários.  
— O Brasil fica exposto às críticas, é visto como aliado (do chavismo), mas é um preço a pagar por não legitimar tentativas de derrubadas de governos.
Para Vaz, o problema é que a política externa nacional entrou em um compasso "inercial e de desgaste", ao contrário do governo Lula. Ainda, segundo o professor, com a tensão crescente entre as grandes potências, o espaço é residual para ação de terceiros. O Brasil chama mais a atenção por conta da passividade diante de impasses na região.
— Tivemos quatro anos sem nenhuma iniciativa nova na área. Os momentos de maior visibilidade foram de sobressaltos, não de protagonismo — atesta Vaz.
Nos fóruns internacionais
A maior vitória no governo Dilma foi a eleição de Roberto Azevêdo, que assumiu a direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). A eleição do diplomata — que tem como desafio desbloquear as negociações da Rodada de Doha para liberalizar o comércio mundial — é reflexo da política externa de Lula, mais agressiva e focada em mudanças em organismos internacionais.
A cadeira permanente ao Brasil no Conselho de Segurança da ONU continua um sonho, mas foi no governo Lula que o país se fortaleceu no G-20 e nos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Também foi na gestão Lula que a Unasul foi criada com objetivos mais políticos e estratégicos no vácuo do Mercosul.
Klécio Santos, Brasília


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Polícia Civil investe mais de R$ 1 milhão em arsenal tecnológico para a Copa

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Rio - Com investimento milionário em tecnologia de ponta e na capacitação de agentes, o Esquadrão Antibombas da Polícia Civil garante estar preparado para enfrentar possíveis ataques ou ameaças de terroristas durante a Copa do Mundo. Somados, os equipamentos adquiridos pela Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge) ultrapassam a cifra de R$ 1 milhão. 

O aparato, considerado fundamental para a localização e remoção de explosivos para áreas de segurança, já chegou e está pronto para uso. “O Brasil está se preparando para situações que não vive normalmente. Temos que estar prontos para atuar em qualquer tipo de situação”, explicou o chefe de operações da unidade, João Vicente.
O iRobot PackBot é de fabricação americana, tem aproximadamente 50 centímetros, mas seu braço robótico pode alcançar 100 metros para retirar artefatos explosivos
Foto:  José Pedro Monteiro / Agência O Dia
A maior novidade no combate ao crime atende pelo nome de iRobot. Com 50 centímetros de altura, ele vira um gigante quando o assunto é localizar bombas. Guiado por um controle, como os usados em videogames, que alcança até 100 metros de distância, o pequeno robô pode parecer um brinquedo, mas envia imagens para os policiais do local onde está o artefato e o recolhe, garantindo a segurança dos agentes.
As imagens são monitoradas através de uma mesa com computador programado para detalhar as cenas aos policiais. O aparelho americano custou cerca de R$ 500 mil e é uma versão bem mais leve e moderna do seu antecessor MK II, usado pelo Esquadrão Antibombas desde os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, em 2007.
Quando nenhum dos dois robôs puder ser utilizado — em terreno de difícil acesso por exemplo —, os agentes tomam a frente da operação, usando roupa especial antifragmentação. O traje que a unidade recebeu, modelo alemão, custou R$ 200 mil e pesa 36 kg. É difícil se locomover com a roupa, mas, dentro dela, o policial está protegido contra calor, chamas, explosões, fragmentação de artefatos e ondas de choque transmitidas pela detonação da bomba. Com o braço robótico, o agente consegue alcançar o explosivo e retirá-lo, a uma distância segura.
Dentro do Maracanã, a unidade terá uma base avançada com todos os recursos disponíveis, de onde os agentes só serão acionados em casos de ameaça, localização de bombas ou explosões. Um agente faz uma avaliação da situação e, caso confirmada a presença de artefatos, chama o restante da equipe. A unidade ainda recebeu novos aparelhos de raios-x para detectar artefatos e aguarda a chegada de bloqueadores de frequência de rádio, que serão usados para evitar que uma bomba seja detonada por ondas de rádio.


Intensivão de 16 semanas

Até o dia 7 de junho, policiais civis, militares e federais, além das Forças Armadas, estarão se preparando para a Copa no Curso Técnico de Explosivo, ministrado no Antibombas. Criado pelo diretor da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Rodrigo Oliveira, o treinamento ensina técnicas de como reconhecer, lidar e detonar explosivos. O curso dura 16 semanas e tem aulas práticas e teóricas, com rigoroso critério de testes dos alunos, que inclui provas e avaliação de comportamento.

PENEIRA 

Seleção é rigorosa
Nas aulas, os policiais aprendem com a simulação de casos, explanação de equipamentos e técnicas apresentadas pelos instrutores. “Eles observam tudo e, depois, colocam em prática no treinamento”, diz o instrutor Helisson Brito. Dos cem agentes inscritos, 30 passaram pela seleção para iniciar o treinamento, que incluiu análise curricular e avaliação física. Desses, somente 22 seguem no programa, sendo 17 policiais civis do Rio e outros cinco de unidades diversas fora do estado.
Um dos objetivos é que, no final do curso, os agentes cariocas sejam incluídos no quadro do Antibombas. Mas a decisão depende da avaliação do chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso.

Fonte: O Dia.

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Veja Mais:

O Estado de Minas, Belo Horizonte-MG.

O Globo, Rio de Janeiro-RJ.

Diário do Nordeste, Fortaleza-CE.

Meia Hora, Rio de Janeiro-RJ.

O Dia, Rio de Janeiro-RJ.

O Extra, Rio de Janeiro-RJ.

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